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05/04/2013 - 15:38:00    
 
Potencial de Consumo Jovem – Experimentação e Ciclos
*Por Ricardo Buckup
 

O Brasil possui mais de 48 milhões de habitantes na faixa entre 15 a 29 anos*.

Um público potencial, ávido por consumo e ainda tratado sob rótulos, como um grupo homogêneo em comportamento e gostos.

É correto direcionar ações por faixas etárias ou geração? O melhor seriam ações direcionadas ao comportamento jovem e fases de experimentação.

Ligados por suas experiências, mais até do que por uma geração determinante, eles se reúnem em grupos de interesse em busca da sensação de pertencimento a algo. Procuram descobertas que garantam o prazer de viver o momento e proporcionam lembranças.

Estão no melhor momento de suas vidas. E estarão daqui a alguns anos também, pois acreditam em ciclos e pensam que a melhor fase é composta por momentos de realização e conquista.

Consumistas assumidos, os melhores investimentos envolvem a presença de amigos e a busca por conhecimento. Apesar de conectados quase que em tempo integral, não abrem mão do contato pessoal.
 
São jovens que querem consumir o que têm vontade, quando têm vontade. E a liberdade para administrar seus recursos é fundamental.

Formam um mercado que inicia uma relação mais próxima com seu próprio dinheiro.

Antenados e questionadores, querem conhecer de tudo um pouco – e nos abrem esta grande oportunidade da experimentação: estão abertos a novas experiências, mas são conservadores em relação ao consumo frequente e às marcas preferidas. Conquistá-los é difícil, mas se uma marca os conquista tornam-se relativamente fiéis a ela. E o trabalho de comunicação desta marca traz confiança.

E como seria esta comunicação em uma era de informação tão veloz e descartável? A mensagem parece fixar por poucos segundos e a construção de uma marca tornou-se um desafio constante.

O uso de diferentes mídias não os sufoca, mas são mais exigentes sobre o conteúdo, criatividade e ousadia. Em recente sondagem realizada pela B2 agência, marcas consumidas tradicionalmente não tiveram suas comunicações lembradas, o que nos atenta: se mesmo as marcas mais consolidadas não trabalharem públicos futuros, pode ser que daqui a pouco tempo sequer sejam lembradas e percam seus espaços para outras que, mesmo mais novas, saibam explorar os momentos de experimentação.

Olhá-los como indivíduos, como seres únicos, abre a vantagem no campo de relacionamento e fidelização. A personalização é vista como algo surpreendente. Receber uma carta, por exemplo, foi relatado nesta sondagem como causador de surpresa e impacto mais positivo que uma comunicação tecnológica.

Ações multiplataforma são apontadas como uma tendência que os agrada. Querem ser provocados a tomar a iniciativa de descobrir algo. Querem ser desafiados. Se pensarmos apenas em ações voltadas ao público universitário, um nicho que representa 19% deste mercado, os ciclos de consumo se tornam oportunidades:

Fase 1 | a entrada na faculdade: época de explorar. Novas informações, novos lugares, amigos, baladas, viagens de lazer, morar em repúblicas para muitos.

Ações que envolvam entretenimento, lazer e a união da amizade são muito bem aceitas. Mas devem ter o cuidado de serem inseridas dentro do contexto.

Fase 2
| o início do estágio: novas responsabilidades.
Uma fase mais reflexiva, onde este jovem, ainda um pouco imaturo está inseguro com seu ingresso no mercado de trabalho. Ações que sejam focadas em gestão financeira, programas de estágio, assessoramento de carreira são bem aceitas.

Fase 3
| pré-formatura: viagens de lazer e especialização.
Um jovem que busca uma super qualificação e pretende alcançar postos de destaque no mercado de trabalho. Tem ambição e motivação para realizar e buscar suas conquistas e, muitas vezes, não tem medo de arriscar. Chega o momento de falar sobre investimentos pessoais, apresentar oportunidades de primeiro imóvel.

Fase 4 | recém-formado
O primeiro passo para uma vida independente. O jovem questiona-se sobre empreender ou seguir uma carreira. Avalia suas possibilidades em busca da realização profissional e começa a valorizar muito mais sua realização pessoal e a constituição de uma família. Oportunidades para consolidação das relações financeiras, para troca de veículos, para se pensar em um novo imóvel. Momento da especialização e desenvolvimento profissional.

Inquietos, imediatistas, impulsivos, sim. Mas questionadores, interessados, intensos. E com grandes oportunidades ainda a serem exploradas pelas marcas.

*Censo da Educação Superior 2011 | Inep
**com dados do Projeto Radar Y - B2 agência

Ricardo Buckup é vice-presidente de comunicação da AMPRO e sócio-fundador da B2 agência

 
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